COLÉGIO PEDRO II - UNIDADE SÃO CRISTÓVÃO III
3ª Cert. História - 2007 – 2ª Série do Ensino Médio
Prof. Albano Teixeira - Coord. Prof. Paulo Seabra
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TRABALHANDO COM TEXTOS: 2º REINADO
“Pelos caminhos de ferro que ligavam Vassouras ao Rio de Janeiro corriam vagões carregados. Era o café que se dirigia ao porto para ser vendido à Europa ou aos Estados Unidos.
O café foi, a partir de 1840, o principal produto de exportação brasileiro e o fator de recuperação da economia do país, que estava em crise desde a independência em virtude da decadência das principais lavouras de exportação.
O desenvolvimento da Revolução Industrial (...) gerou uma divisão internacional do trabalho com base no mercado mundial”.
(ALENCAR, Chico. História da Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1994, p. 163)
1 - Explique qual o papel do Brasil nessa divisão internacional do trabalho. Explique que mudanças para economia brasileira vieram com a produção do café em relação as suas relações internacionais. (0,25)
“Entre 1850 e 1860, foram inauguradas no Brasil 70 fábricas que produziam chapéus, sabão, tecidos de algodão e cerveja, artigos que até então vinham do exterior. Essas primeiras fábricas já apresentavam um aspecto diferente das antigas oficinas artesanais: utilizavam motor hidráulico ou a vapor e o trabalho era organizado por mestres e contramestres vindos da Europa. Além disso, foram fundados 14 bancos, três caixas econômicas, 20 companhias de navegação a vapor, 23 companhias de seguro, oito estradas de ferro. Criaram-se, ainda, empresas de mineração, transporte urbano, gás etc.
O Rio de Janeiro era o espelho de toda essa organização. A cidade ganhou iluminação a gás e água encanada. Aos poucos as carruagens eram esquecidas, dando lugar, primeiro, aos bondes elétricos, recebidos com grande entusiasmo pelos moradores de Santa Teresa”.
(ALENCAR, Chico. História da Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1994, p. 179)
2 - Quais foram os fatores que contribuíram para esse surto de industrialização e quais foram os que atuaram para seu fim? (0,25)
“Uma sublevação de colonos aconteceu na fazenda de Ibicaba, em 1857, obrigando o governo brasileiro a tomar providências. Thomas Davatz, líder do movimento, quando retornou à Suíça, escreveu o livro ‘Memórias de um colono no Brasil’, em que descrevia minuciosamente as condições a que estavam submetidos os colonos no sistema de parceria. Sua obra teve grande repercussão sobre a opinião pública européia, e em 1859 o Governo da Prússia proibiu a emigração de alemães para o Brasil.”
(ALENCAR, Chico. História da Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1994, p. 177)
3 - Explique o que foi o sistema de parceria, por que originou tantos problemas e qual foi a solução encontrada: (0,25)
“Em 1862, Antônio Lopez foi sucedido no poder por seu filho, Francisco Solano Lopez. Foi na gestão deste jovem de 36 anos, ex-ministro plenipotenciário de seu país na Europa, que a economia paraguaia atingiu o ápice: foram instaladas linhas de telégrafo, estradas de ferro, fábricas de material de construção, tecidos, papel, tinta, louça e pólvora ( El Mariscal, como ficou conhecido em sua pátria, não se descuidava da produção bélica...). suprindo a ausência de burguesia, o Estado administrava 64 fazendas e cedia aos camponeses parcelas de terra, que não poderiam ser vendidas. Em 1860, as exportações paraguaias eqüivaliam ao dobro das importações. Graças às medidas de proteção à produção nacional, a balança comercial era sempre favorável. A moeda era forte e estável, no país não entravam empréstimos estrangeiros e quase não havia crianças analfabetas. Um quadro original na América Latina!”
(ALENCAR, Chico. História da Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1994, p. 191)
4 - Descreva as diversas análises explicativas para Guerra do Paraguai. (0,25)
sábado, 13 de outubro de 2007
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